sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Alfa Centauri é o sistema estelar mais próximo de nós, a ‘apenas’ 4,3 anos-luz de distância

Mais próximo do sonho


Alfa Centauri é o sistema estelar mais próximo da Terra. Tal ‘proximidade’ captou a imaginação de autores de ficção científica. Em ‘Avatar’, por exemplo, o sistema contém o gigante gasoso Polifemo, cuja lua Pandora é o cenário do filme. (imagem: Fox)

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Massa de rochas vulcânicas flutua à deriva no Oceano Pacífico

Massa rochosa não deverá afectar navios (Imagem: NZA)


A Marinha da Nova Zelândia anunciou que uma enorme massa de rochas vulcânicas flutua à deriva no Oceano Pacífico. A massa rochosa provém de um vulcão submarino e não deve constituir nenhum perigo para os navios, refere ainda.

Os investigadores defendem que o fenómeno não está relacionado com a intensificação da actividade vulcânica na superfície da Nova Zelândia esta semana. As rochas foram avistadas ontem por um avião militar a cerca de mil quilómetros da costa da Nova Zelândia, próximo à Ilha Raoul – uma área com aproximadamente a extensão da Bélgica – 463 quilómetros de comprimento e 55,5 de largura.

A recente erupção de cinzas do vulcão Tongariro, adormecido há mais de um século, perturbou seriamente o tráfego aéreo no país e não terá nada a ver com o sucedido. Dezenas de aviões ficaram em terra, embora os voos internacionais não tenham sido afectados.

O vulcão Tongariro, situado na região central da ilha do norte da Nova Zelândia, entrou em erupção na passada segunda-feira, lançou rochas a até um quilómetro de altura e espalhou cinzas acima dos seis mil metros.

Fonte : Ciência Hoje
Reflexão : Fica aqui uma noticia sobre a matéria que foi há pouco leccionada .

A camada magnética protectora da Terra está a deteriorar-se

Fonte :  http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56139&op=all

Um estudo recentemente publicado no «Journal of Geophysical Research» avançou que foram descobertas algumas brechas na camada magnética terrestre e estas permitem a entrada do vento solar – rajadas de plasma magnético.

A magnetosfera é a camada protectora da Terra e a primeira linha de defesa contra ventos solares e as falhas detectadas poderão interromper sinais de GPS e energia, segundo explicou Melvyn Goldstein, astrofísico do Centro de Voo Espacial Goddard (Nasa).

Já tinham sido encontradas fendas nas regiões próximas do Equador, onde o campo magnético terrestre é mais ou menos paralelo ao campo do vento solar. 

A missão Cluster da Agência Espacial Europeia (ESA), que compreende quatro satélites junto ao campo magnético terrestre, compilou dados que mostram como o vento solar atravessa a área e os dados mostraram que redemoinhos gigantes (também conhecidos como ondas Kelvin-Helmholtz) de plasma que chegam à magnetopausa (região em torno da magnetosfera) são os factores que ajudam a penetração do vento solar.



Os estudos mostraram que a anomalia se forma quando o campo magnético das partículas emitidas pelo sol tinha uma orientação oposta à do campo magnético em determinado ponto da Terra.

Apesar de invisível, o planeta Terra está cercado por esta espécie de bolha magnética, criada pelos movimentos ocorrem na região dos núcleos da Terra e é fundamental para o proteger contra as partículas emitidas pelo sol. Aliás, sem a magnetosfera a vida na Terra seria praticamente impossível. 
No entanto, os dados não sustentam teorias apocalípticas e reversões magnéticas polares já podem ter ocorrido nos últimos 3000 milhões de anos, mas não seguem um ciclo regular e a intensidade não é constante.


Ventos solares penetram camada magnética terrestre

Reflexão : Isto pode ser perigoso para o futuro da vida na Terra .

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Baleia Branca é capaz de imitar a voz do homem



Uma equipa de investigadores norte-americana, liderada por Sam Ridgway, presidente da Fundação Nacional para Mamíferos Marinhos, na Califórnia, refere que a baleia beluga, também conhecida como baleia branca (Delphinapterus leucas), é capaz de imitar a voz humana, tal como os papagaios. O estudo foi publicado ontem na «Current Biology», onde os autores apresentam registos de análise espectral de gravações. Já, em 1984, um mergulhador apercebeu sonoridades semelhantes a vozes humanas vindas de uma beluga, baptizada de Noc e guardada durante 30 anos em cativeiro num dos aquários de San Diego. Os sons do cetáceo eram tão convincentes que por momentos pensou que eram pessoas a dizer-lhe para sair da água. A Noc morreu há cinco, mas a sua voz ficou gravada. Os sons emitidos pela beluga são várias oitavas abaixo dos chamamentos normais das baleias. Portanto, para a Noc conseguir reproduzir a sonoridade semelhante à do ser humano teve de treinar-se a moldar a pressão do ar nas narinas, já que não utilizam a laringe para produzir sons, tal como o homem. Para o estudo, os cientistas conseguiram gravar os sons emitidos. As análises técnicas revelaram semelhanças com alguns padrões da fala humana, como amplitude e ritmo. Ao gravar os sons de Noc, descobriram um ritmo similar ao da fala humana e frequências mais baixas que os sons típicos das baleias, muito mais próximos das vozes humanas. "Os sons que escutamos eram um claro exemplo de aprendizagem vocal por parte da baleia branca", afirmou Ridgway. Os sons emitidos pela beluga são várias oitavas abaixo dos chamamentos normais das baleias. Portanto, para a Noc conseguir reproduzir a sonoridade semelhante à do ser humano teve de treinar-se a moldar a pressão do ar nas narinas, já que não utilizam a laringe para produzir sons, tal como o homem. Não é a primeira vez que investigadores revelam este tipo de comportamento em belugas. Já nos anos 70, outro célebre mamífero do aquário de Vancouver, no Canadá, chamado de Lagosi, tentava pronunciar o seu nome.


Fonte : Ciência hoje

Aquecimento Global intensifica furacões

 Centro Nacional para a Investigação Atmosférica(NCAR), dos EUA, revelou que o aumento da temperatura do planeta contribui para que um furacão como o Sandy veja sua força crescer em até dez por cento – o suficiente para ampliar os estragos em 60 por cento.

Segundo o Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas (IPCC), existe uma relação provável entre as mudanças climáticas e os furacões. A organização prevê que estes fenómenos sejam cada vez mais intensos e comuns ao longo deste século XXI.

A questão é objecto de intenso debate entre os especialistas. Aliás, um estudo publicado esta semana na PNAS tende a confirmar a incidência do aquecimento global. Após reconstituir as variações do mar no Golfo do México desde 1923, os investigadores chegaram à conclusão de que "as temporadas de ciclone dos anos quentes foram mais activas”.

Segundo o especialista francês da Meteo France, Serge Planton, “um furacão depende da temperatura da superfície do mar, mas também da estrutura dos ventos em todo o volume da atmosfera – não responde de forma linear, simples, ao aquecimento global".

O último relatório do IPCC sobre fenómenos climáticos extremos, considera difícil assegurar que tenham aumentado a intensidade, a frequência ou a duração dos furacões nos últimos 40 anos, quando se iniciaram as observações por satélite.

No entanto, no Atlântico Norte, onde Sandy se originou, verifica-se um aumento o número de furacões. Após reconstituir as variações do mar no Golfo do México desde 1923, os investigadores chegaram à conclusão de que "as temporadas de ciclone dos anos quentes foram mais activas do que as dos anos frios".
O IPCC considera "provável" que os próximos ciclones sejam mais intensos, mais chuvosos e com mais ventos. Já o Instituto de Estudos Oceânicos e Atmosféricos (NOAA), já mostrava como o aquecimento global pode alimentar os furacões e previu, em 2010, que as tempestades serão 20 por cento maiores a até 100 quilómetros do olho de um furacão, considerando um cenário em que a temperatura da Terra aumentará em 2,8 graus Celsius.
Próximos furacões serão mais intensos e mais chuvosos <br> (Imagem: Betty Flowers)

Reflexão : Esta notícia prevê os desastres perigosos que se aproximam , cada vez as catastrofes naturais se estão a tornar mais perigosas e mortiferas .