Segundo o Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas (IPCC), existe uma relação provável entre as mudanças climáticas e os furacões. A organização prevê que estes fenómenos sejam cada vez mais intensos e comuns ao longo deste século XXI.
A questão é objecto de intenso debate entre os especialistas. Aliás, um estudo publicado esta semana na PNAS tende a confirmar a incidência do aquecimento global. Após reconstituir as variações do mar no Golfo do México desde 1923, os investigadores chegaram à conclusão de que "as temporadas de ciclone dos anos quentes foram mais activas”.
Segundo o especialista francês da Meteo France, Serge Planton, “um furacão depende da temperatura da superfície do mar, mas também da estrutura dos ventos em todo o volume da atmosfera – não responde de forma linear, simples, ao aquecimento global".
O último relatório do IPCC sobre fenómenos climáticos extremos, considera difícil assegurar que tenham aumentado a intensidade, a frequência ou a duração dos furacões nos últimos 40 anos, quando se iniciaram as observações por satélite.
No entanto, no Atlântico Norte, onde Sandy se originou, verifica-se um aumento o número de furacões. Após reconstituir as variações do mar no Golfo do México desde 1923, os investigadores chegaram à conclusão de que "as temporadas de ciclone dos anos quentes foram mais activas do que as dos anos frios".
O IPCC considera "provável" que os próximos ciclones sejam mais intensos, mais chuvosos e com mais ventos. Já o Instituto de Estudos Oceânicos e Atmosféricos (NOAA), já mostrava como o aquecimento global pode alimentar os furacões e previu, em 2010, que as tempestades serão 20 por cento maiores a até 100 quilómetros do olho de um furacão, considerando um cenário em que a temperatura da Terra aumentará em 2,8 graus Celsius.
Segundo o especialista francês da Meteo France, Serge Planton, “um furacão depende da temperatura da superfície do mar, mas também da estrutura dos ventos em todo o volume da atmosfera – não responde de forma linear, simples, ao aquecimento global".
O último relatório do IPCC sobre fenómenos climáticos extremos, considera difícil assegurar que tenham aumentado a intensidade, a frequência ou a duração dos furacões nos últimos 40 anos, quando se iniciaram as observações por satélite.
No entanto, no Atlântico Norte, onde Sandy se originou, verifica-se um aumento o número de furacões. Após reconstituir as variações do mar no Golfo do México desde 1923, os investigadores chegaram à conclusão de que "as temporadas de ciclone dos anos quentes foram mais activas do que as dos anos frios".
O IPCC considera "provável" que os próximos ciclones sejam mais intensos, mais chuvosos e com mais ventos. Já o Instituto de Estudos Oceânicos e Atmosféricos (NOAA), já mostrava como o aquecimento global pode alimentar os furacões e previu, em 2010, que as tempestades serão 20 por cento maiores a até 100 quilómetros do olho de um furacão, considerando um cenário em que a temperatura da Terra aumentará em 2,8 graus Celsius.

Reflexão : Esta notícia prevê os desastres perigosos que se aproximam , cada vez as catastrofes naturais se estão a tornar mais perigosas e mortiferas .
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